Sente-se culpado(a) por existir? Era uma vez...

Era uma vez...
Uma Criança.
Nasceu. Assim. Nasceu porque nasceu. Porque tinha que nascer. 
A família reivindicava o género. (M/F).
Mas não a sua existência. 
Já existiam muitos na família. Diria-se demasiados para as circunstâncias.
Mas não havia ninguém igual àquela Criança.
E ela nasceu.
E cresceu.
Tão só.
Porque igual a esta Criança só havia ela própria.
Ninguém queria brincar com ela.
Era excluída do Grupo. Não era igual ao Grupo.
E a Criança não percebia o porquê.
Procurava aprovação do Grupo, não entendia porque a faziam sentir culpada de ser quem era.
E assim cresceu a Criança.
Tão só e tão culpada de simplesmente Ser...
Já se sentiu assim?
Não fique só.
Há quem a/o possa ajudar e ser Grupo consigo.
Não desista.
É possível uma Vida para além da (sobre)vivência.
Continue a procurar ajuda.
Ana Cristina Lopes, Psicoterapeuta
Nota: Texto com direitos de autor(a)

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